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Por Diana Morais
Coach de Consciência

Quando algo não vai da maneira que esperávamos, estamos condicionados a nos perguntar “Por quê”. Por quê isso aconteceu? Por que eu fiz as coisas dessa maneira? Por que eu não fiz de forma diferente?

Esse enquadramento nos coloca em um lugar de vítima. Não só isso, nós alimentamos um sentimento de culpa por não ter feito as coisas de outra maneira. A maioria das situações na vida são sobre fazer as melhores perguntas. Porque as perguntas nos dão a direção da maneira como iremos olhar e agir no futuro.

Em um jogo de xadrez, cada peça tem seu papel, visão e responsabilidade no tabuleiro. Podemos tomar a rainha como um exemplo. Se descrevemos suas características físicas, como peso, tamanho, cor, cheiro e até gosto, ainda não define quem ela realmente é no jogo. Seu “valor” vem da forma como ela atua no sistema. Se ela perder um peão durante o jogo, ela perderá a perspectiva no minuto em que ela continuar se perguntando ‘por quê’. Os seguintes movimentos serão de modo defensivo.

A menos que sejamos um detetive, digamos então que há perguntas mais inteligentes do que “por quê”. A fim de obter uma melhor perspectiva de quem somos e o que podemos fazer por nossos desejos, “o que” e “como” podem ser mais apropriados. Isso nos dá uma noção de “há algo que eu possa fazer para seguir em frente”. Nossas atitudes são o que nos coloca em um lugar de respeito por nós mesmos e, consequentemente pelos outros. Todos nós temos o poder de mudar qualquer coisa em nossas vidas.

Então, antes de perguntar ‘por quê’, vamos perguntar: Qual é o meu desejo? O que posso fazer pelo meu desejo agora?

Mude agora e viva um efeito diferente.