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Por Ary Alonso Millan (†)

A beleza da mulher não pode ser percebida na sua plástica, especialmente, quando a referência para avaliá-la está num modelo especifico ou na comparação com outra. Definir quem é mais e quem é menos alguma coisa, não leva em conta toda a informação científica disponível: nós todos somos feitos dos mesmos componentes que formam o DNA de cada um, apenas com sequências de combinações diferentes.

Quem ainda não percebeu que o controle de tudo está dentro nós, na nossa inteligência sutil comum, vive adormecido. Dessa forma, criamos histórias de vida que só existem na nossa cabeça, apenas para dar respaldo a alguma memória de uma imagem que não vai além da veste que gostaríamos de ser.

Para despertar desse teatro das intenções, nós precisamos assumir nossos desejos verdadeiros. Criar conceitos e padrões, mesmo que sejam só aparentes, nos levam a barreira da hierarquia. Fingir que somos isso ou aquilo não funciona mais.

O efeito de tudo que criamos se aproxima da causa de maneira avassaladora, desmascarando qualquer coisa que não esteja atrelada a nossa intenção original. Viver como se pudéssemos sonhar acordados, num emaranhado de atitudes que não passam de representações, nos leva a todo tipo de doença.

Já sabemos que a intelectualidade genial ou a esperteza política não são suficientes para imunizar nossas mentiras ou agressões.

Só existe uma forma de nos mantermos acordados para a vida sem altos e baixos, é reconhecer o propósito de estarmos encarnados: manifestar o nosso desejo pelo melhor.
Ganhe a liberdade absoluta, preenchendo seus sonhos só com a verdade da sua essência.

Cuide da causa e controle o efeito.

† 28/02/2013