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Por Ary Alonso Millan(†)

Essa é uma velha pergunta…

Contam a história de um patrão que achava seus empregados mais felizes do que ele, porque não tinham tantas coisas com que se preocupar. Por outro lado, os empregados achavam que ser patrão era a própria felicidade, por poder possuir tantas coisas bacanas e caras.
Começo explicando que o dinheiro é a segunda consciência mais poderosa que temos disponível aqui nas dimensões atômicas. A primeira é o sexo. Por quê? Porque tem o potencial de criação da vida. Nada mais poderoso.

Vamos entender também a felicidade. Assim como a dor repetida vira sofrimento, a felicidade repetida ou permanente, a verdadeira, se torna plenitude – o propósito da vida, que alcançamos quando integramos corpo e alma todos os momentos. Ser feliz é o ponto, independentemente do que está acontecendo, mesmo se, racionalmente, temos vontade de nos sentir vítima de algo.

O assunto aqui é grana; mas precisamos absorver todos esses princípios para fazer o melhor uso possível, e criar toda a prosperidade e abundância disponível.

A principal característica do chamado “vil metal” é o estado indiferenciado. Quando estamos com uma quantia qualquer de dinheiro, podemos transformá-la em diversas coisas. Contudo, depois que compramos algo, já não temos mais a capacidade de escolher. Por exemplo, se quisermos fazer um imóvel retornar rapidamente ao seu estado indiferenciado de dinheiro, vamos perder o valor original. Um milhão de reais tem um poder; um apartamento que vale um milhão de reais, outro nível de poder, inferior, claro.

O que o dinheiro pode nos trazer é liberdade, especialmente, de movimento. Agora, como fazer para ter prosperidade? Precisamos, basicamente, de duas coisas: apreço e desejo,  que é a manifestação de palavras e ações que corroborem o que queremos.Caso contrário, quando falamos e agimos na direção de “coisas” limitantes, estamos atrapalhando o caminho para chegar ao nosso objetivo.

Cuidando da integração da inteligência física (racional) com a metafísica (alma) na direção da verdade, podemos ser felizes sempre (plenos) e conquistar tudo sem sofrimento.

Felicidade e properidade são só um pedacinho da plenitude.