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Por Diana Morais
Coach de Consciência

É fácil reviver uma cena e analisar o que poderíamos ter feito diferente. Mesmo que apenas em nossas mentes, reconstruir o passado é o mesmo que reviver o que não queremos. Nosso corpo é condicionado a um modo sobrevivência, que está sempre na programação “o que ganho com isso agora”. Dormir mais “cinco minutinhos” pela manhã, querer ter a última palavra em toda discussão, ou qualquer comportamento que consideramos “a coisa certa” mas não conseguimos o resultado que queremos, é o modo prazer temporário que prevalece, se assim permitirmos. Vamos viver melhor quando fazemos um esforço para levantar da cama no primeiro alarme, ou quando ficamos em silêncio para enxergar com clareza o propósito de uma discussão.

Assim, quanto mais queremos justificar nossas ações, mais estamos tentando nos convencer de não mudar, e não fazer melhor. Podemos elaborar uma valiosa justificativa por pegar uma gripe ou por chegar atrasado em uma reunião. Com uma boa explicação não nos sentimos tão mal, foi só um “acidente” deste mundo aleatório louco. Na verdade, é um desperdício de vida rejeitar o resultado de nossas ações passadas.

Se quisermos mudar nossa realidade, temos que mudar nossa consciência, que é erroneamente entendida em mudar nossos pensamentos ou com auto-conhecimento. Sabemos muito bem que as escolhas que fazemos hoje vão criar a nossa realidade futura. Como encontrar uma explicação por não escolher mudar hoje para viver o que mais desejamos na vida? Se covardia não está no vocabulário, com certeza é a atitude por trás dos argumentos que damos sentido.

Ser conscientemente o criador de nossas próprias vidas é não desperdiçar “tempo” com explicações do passado, mas mudar o comportamento para fazer o que tem que ser feito, e criar o fluxo perfeito de nossas vidas. Este é um jogo que ninguém perde no final.

Mude agora e quebre o recorde com um novo efeito.