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O que vem em sua mente quando a palavra “mudar” é mencionada? Automaticamente queremos corrigir situações ou ajudar às pessoas à nossa volta a serem melhores. Em outras palavras, queremos ser arrogantes e mudar as pessoas. Se trata apenas de um complexo de diretor de cinema. Já ouviu falar? Queremos dizer aos atores em nossa realidade como eles devem se comportar, para combinar com o filme que temos na cabeça. Então construímos um script no estúdio de nossas mentes e queremos dirigir qualquer um que apareça em cena. Ou, incorporamos o papel de boa pessoa para a audiência e os aplausos finais.

Quando vivemos o que imaginamos, não enxergamos a cena real em que estamos, e acabamos por repetir situações desagradáveis diversas vezes, ocasionalmente com um elenco diferente e outras vezes, como na narrativa do  filme “Dia da Marmota”, com as mesmas pessoas todos os dias.

É preciso esforço e disciplina para seguir adiante com nossas mudanças, que é a última coisa que queremos fazer. Devemos repetir o novo comportamento até que a realidade mude, e se torne natural agir de tal maneira. Não me parece fazer sentido uma criança aprender a dar somente 10 passos, ela deve se esforçar até que não precise mais pensar para  andar. Assim devemos tratar a mudança. De fato, enquanto crianças, estamos entusiasmados e animados para aprender a mudar. Como adultos, achamos que só podemos gostar do que conhecemos ou queremos ser fiéis às nossas referências passadas, seja lá o que isso queira dizer, por puro orgulho e preconceito, duas características que sabotam nosso amadurecimento.

Para viver nosso propósito, faça um close no personagem principal: você! Com uma atitude diferente diante das situações que se repetem na vida, você irá criar uma nova consciência da realidade futura.

Mude agora e viva outro efeito.