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Por Ary Alonso Millan(†)

O ser humano é um desejo ambulante e sua natureza exige que seja preenchido. Escolher a forma como preenchemos nossos desejos é a “brincadeira” de quem está encarnado.

Podemos preenchê-los usando a consciência física, do corpo, que busca apenas a satisfação imediata, sem pensar nas consequências, criando preenchimentos temporários ou agir similarmente à consciência criadora, que busca a satisfação apenas no melhor permanente, sem se importar com o prazer instantâneo.

Os dois pontos determinantes para alcançarmos tudo que queremos são: o desejo verdadeiro pelo novo e o apreço também verdadeiro por tudo que já possuímos. Ter apreço pela própria condição é quando nunca nos sentimos infelizes ou miseráveis. Lembre-se de que a vida é para atender aos nossos desejos de forma prazerosa e permanente.

É fácil verificar se estamos ativando a nossa natureza de criar prazer para nós mesmos com a devida propriedade. Sim, porque criar falando e agindo com base no que interagimos pelos cinco sentidos, por moral e ética, não estaremos usando a linguagem ou a comunicação adequada com o Universo.Fazemos isso quando falamos e agimos na busca pelo melhor.

Quando não conquistamos algo que queremos, só significa que falta desejo ou apreço. Muitas vezes, falamos que queremos uma coisa, mas em seguida começamos a criar barreiras, dizendo expressões limitantes como: é difícil, não consigo ou, até, a pensar que falta merecimento. Infelizmente, o Universo não funciona por mérito ou moral e ética, mas sim pelo melhor.

A maneira de unir desejo e apreço de forma imediata é fazendo algo que vai contra a nossa natureza física. Se nos sentimos bem quando controlamos pessoas e acontecimentos, precisamos abandonar isso, se dependemos de aprovação ou da opinião dos outros, é hora de desagradá-los.

O que falta pra você, desejo ou apreço? Responda esta pergunta e encontre o caminho para alcançar tudo que deseja.