Por Diana Morais
Coach de Consciência

Nossa inteligência de sobrevivência faz com que sejamos seres repetitivos. A explicação racional e lógica é que se sobrevivemos até então com tal comportamento, agindo da mesma forma manteremos nossa sobrevivência. Este é o comando de nossa estrutura atômica que apenas considera “o que eu ganho com isso agora”, a cada situação. Todos têm este vicio de comportamento que se revela em situações diferentes na vida de cada um.

Então mudar o comportamento se torna um fardo, até que seja menos doloroso mudar do que ficar onde estamos. Não associamos os acontecimentos seguintes com a pequena mudança atual. Pois é assim que controlamos o futuro, e enxergamos além do nosso ponto cego, controlando nossa atitude presente.

Se envolver com qualquer pessoa porque não queremos ficar sozinhos, se reflete em relacionamentos temporários, com data para acabar. Ou você acha que vai brotar figo onde plantou uma semente de maçã? Agir como se não houvesse amanhã, na corrida contra o tempo só serve para que sejamos dirigidos por ele, mas a ciência já sabe, desde o tempo de Einstein, que o tempo é elástico.

Temos dificuldade em pensar nas consequências, não enxergamos que a mudança é o propósito da vida. Não existe outra forma de crescer e amadurecer. Assim como chega um momento em que não cabe mais uma criança usar chupeta para sua idade, precisamos abrir mão de certos comportamentos para amadurecer ao invés de envelhecer.

Agir pelas características de nossos desejos é a maneira mais inteligente de criar uma realidade permanente e de harmonia. Para isso é preciso aprender a esperar o tempo das coisas, o amadurecimento delas, pois a vida é o que fazemos ser. Aja como se tivesse todo o tempo do mundo e é exatamente o que terá.

Mude agora e viva outro efeito.