Por Ary Alonso Millan(†)

A capacidade julgadora da nossa consciência física pode parecer exagerada, mas é a nossa inteligência de sobrevivência que precisa julgar.

Sem ela não sabemos como proceder para sobreviver.

Na verdade, criamos regras porque achamos que vão nos balizar no controle e acomodação das coisas.

Mas, infelizmente, só servem para nos dar conforto pessoal e com relação aos outros.

Criamos todo tipo de conceito moral e ético que pode nos servir tanto para encobrir como para demonstrar com absoluta clareza, algum ponto.

O que importa, finalmente, são as leis do Universo, nada pode confrontá-las, pelo menos de forma permanente.

É claro, pensamos, não se pode confrontar algo que é natural. Tudo que está associado a natureza tem uma força sobrenatural.

O fato é que criamos o tempo todo, regras, que não servem pra muita coisa, pois, simplesmente, nos colocam na condição de pseudo reguladores, quando no fundo tudo o que precisamos, é de sermos capazes de seguir as leis do Universo.

Pare de criar regras absurdas e tolas, lembrando que elas podem ser, exatamente, diferentes a cada passo que damos na direção do comum.

Pois ele, o comum, não pode e nunca poderá superar o natural.

Estabelecer regras, como para um furacão, é apenas inútil. Não sabemos como ele funciona, ou sabemos…

Mas para as relações humanas, basta seguirmos as leis do Universo.

Cuide da causa e controle o efeito.