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Por Diana Morais
Coach de Consciência

Imagine que todos os seres humanos do planeta recebessem uma mensagem indicando quanto tempo têm de vida. O idoso na cama do hospital fica animado em saber que tem mais 12 anos para desfrutar, enquanto a jovem enfermeira se sente injustiçada por ter apenas dois meses de vida. Esta é parte da trama do último filme de Jaco Van Dormael “Le tout nouveau testament” (O mais novo testamento).

A pergunta que todos fazem: O que fazer com o tempo que resta de vida? Muitos pensam e dizem que querem ser felizes. Quando assistimos às tragédias do jornal, estamos pensando em ser feliz? Quando criticamos alguém, é porque queremos ser felizes?  Quando reclamamos da vida (ou do chefe, ou do marido, ou do amigo…), agimos como quem quer ser feliz?

Nosso corpo é programado para ter prazer, e é justamente essa a sensação que temos quando fazemos qualquer coisa. Mesmo as atitudes que julgamos “negativas”, geram uma sensação de prazer, mas esta é temporária, diga-se de passagem. Será que somos apenas um corpinho que (re)age condicionado aos acontecimentos externos? Ou será que somos os únicos responsáveis por tudo que criamos em nossas vidas?

Repare se o que tem feito combina com o seu desejo, caso contrário mude para viver sensações de prazer permanente.

Ser feliz é uma consequência das escolhas que fazemos a cada instante.

Mude agora e viva outro efeito.