Por Diana Morais

Coach de Consciência

Toda hora vemos um monte de receitas para a felicidade: “invista em você”, “9 coisas que você deve fazer até os X anos”, “viva o hoje”, “mais amor”. Temos várias informações soltas e frases de filósofos que no papel são lindas. Mas por quanto tempo funciona seguir receitas genéricas?

O que interessa é o como funciona. O que? A vida, o universo, o nosso papel dentro dele e como alcançar. Quem escolhe esse propósito e julga o que é melhor, é o nosso maravilhoso eguinho. Sim, maravilhoso se usado para o propósito que foi criado. Me diz como um ego maltratado vai fazer boas escolhas? Impossível! As escolhas serão sempre de compensação. É como se você decidisse usar um secador de cabelo para aspirar a sala; simplesmente não funciona. Nosso ego é o  nosso veículo, que usamos no playground atômico para manifestar nossos desejos.

Daí, você é contrariado, ou não aguenta mais o trabalho, e resolve dar a volta ao mundo para encontrar seu lugar no planeta. O porquê das coisas faz toda a diferença. Sempre uso o exemplo do Michael Phelps em uma entrevista, explicando ao jornalista a sua estratégia para ganhar suas competições. Ele diz que não faz diferença se está competindo na Inglaterra ou na China. Quando pula na piscina é para competir com si próprio, para quebrar seus próprios recordes e se divertir. O que os outros estão fazendo não interessa, diz Phelps. A consequência foi ganhar medalhas e ser o maior recordista de todos os tempos. Pode perceber que, o ato em si, seria o mesmo se ele pulasse na piscina para ser melhor que seus competidores, para ganhar medalhas ou para impressionar alguém. Nossa inteligência metafísica, a inteligência da alma, cria uma realidade baseada no que manifestamos.

Usando cada inteligência, física e metafísica, para seu propósito resulta em uma vida de plenitude. Ou então continue buscando soluções temporárias e chover no molhado.

Mude agora e viva outro efeito.