Por Diana Morais
Coach de Consciência

Quando olhamos para a natureza, não usamos um olhar crítico de que o galho deveria estar mais para a esquerda ou para a direita. Também não brigamos com a cor da rosa dizendo que está errada e que precisa mudar sua pigmentação. Pelo contrário, admiramos a natureza como ela é, pois é perfeita, independentemente da nossa opinião. A árvore tem sua inteligência que, diga-se de passagem, vai contra a lei da gravidade; sua natureza condicionada nasce, cresce e frutifica. Cada elemento da natureza tem seu “código” pré-programado, e nós não somos diferentes: temos uma inteligência de sobrevivência, que é perfeita.

Esquecemos que somos muito mais animaizinhos do que percebemos. Nós e a natureza somos a mesma coisa, com exceção de uma pequena grande diferença: temos uma inteligência metafísica, criadora. O ser humano é o único ser vivo do planeta que consegue mudar sua natureza por opção. Mas enquanto nos observarmos com um olhar crítico, de que somos errados, feios, positivos ou negativos, vamos sempre fazer escolhas de compensação, que nos levam a viver uma vida de morto vivo, ou de altos e baixos. Estamos aqui para ter prazer permanente, que acontece quando fazemos mudanças pelo melhor.

Todo acontecimento em nossas vidas, por mais desagradável que possa parecer, de acordo com nosso código moral e ético, nos leva para o melhor. Quando você corta o dedo, seu organismo tem toda a inteligência da cicatrização. Sem você se preocupar, sua células criam uma teia para estancar o sangramento. Quando você quebra um osso, o médico de plantão apenas coloca o gesso, é o seu organismo que “cola” um osso no outro.  Se os seus desejos não estão fluindo é porque você está se atrapalhando ao fazer escolhas temporárias. O que cada um faz com sua inteligência física resulta em uma realidade de equilíbrio (ou não) e de prosperidade (ou não). Assim, a lista de desejos é infinita (ou não).

Mude agora e viva outro efeito.